No Grande Recife, os profissionais realizam uma carreata, que teve concentração em frente ao Chevrolet Hall, em Olinda, e seguiu até a sede da Secretaria Estadual de Administração (SAD), no Pina. - FOTO: DIVULGAÇÃO / SATENPE

 Auxiliares e Técnicos de Enfermagem e Enfermeiros realizaram um protesto nas ruas na manhã e início da tarde desta quarta-feira (30). A categoria chegou a interditar na Avenida Antônio Antônio Góes, no bairro do Pina, na Zona Sul do Recife, que já foi liberada. O ato fez parte da paralisação nacional da enfermagem em defesa da aprovação do Projeto de Lei 2564/2020.

O Projeto oferece o salário e a carga horária de 30h semanais aos Auxiliares e Técnicos de Enfermagem, Enfermeiros e Parteiras. "O estado de Pernambuco inteiro aderiu ao protesto que está ocorrendo nacionalmente", caracterizado o presidente do Sindicato Profissional dos Auxiliares e Técnicos de Enfermagem de Pernambuco (Satenpe), Francis Herbert.

No Grande Recife, os profissionais realizam uma carreata, que teve concentração em frente ao Chevrolet Hall, em Olinda, e seguiu até a sede da Secretaria Estadual de Administração (SAD), no Pina. Nenhum local, os trabalhadores interditaram a Avenida Antônio Antônio Góes por volta das 13h10, mas após serem recebidos pela Secretaria, liberaram a via.

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No Grande Recife, os profissionais realizam uma carreata, que teve concentração em frente ao Chevrolet Hall, em Olinda, e seguiu até a sede da Secretaria Estadual de Administração (SAD), no Pina. DIVULGAÇÃO / SATENPE
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No Grande Recife, os profissionais realizam uma carreata, que teve concentração em frente ao Chevrolet Hall, em Olinda, e seguiu até a sede da Secretaria Estadual de Administração (SAD), no Pina. DIVULGAÇÃO / SATENPE

Os trabalhadores também se reuniram em outros pontos de Pernambuco, como em Caruaru, no Agreste, e Petrolina, no Sertão. "Hoje apenas 60% da categoria estão trabalhando nas unidades de saúde, que não sejam do setor covid-19. Unidades de saúde da famílias e unidades básicas estão paradas", disse Francis Herbert.

Especificamente em Pernambuco, a categoria da saúde da rede estadual reivindica também uma mesa de concha com o Governo de Pernambuco para discutir pautas, como insalubridade em grau máximo (40%), a retirada do 11º plantão e o reajuste salarial. Além disso, os profissionais da saúde também questionam o salário-base em R $ 774.

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