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| Pablo Marçal |
O candidato à Presidência da República Pablo Marçal (PRTB) afirmou que pretende comparecer ao debate presidencial da Band, marcado para este domingo (23), mesmo após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinar que ele não participe de debates eleitorais.
Em declaração ao colunista Igor Gadelha, do Metrópoles, Marçal disse que irá ao local “de qualquer jeito”. Caso seja impedido de entrar nos estúdios da emissora, afirmou que pretende realizar uma transmissão ao vivo pelas redes sociais do lado de fora.
TSE impôs restrições à candidatura
Na quinta-feira (20), o TSE decidiu, por unanimidade, impedir temporariamente Marçal de utilizar recursos dos fundos eleitoral e partidário, participar de debates e ter acesso à propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão.
A decisão tem caráter cautelar e vale enquanto a Justiça Eleitoral analisa definitivamente o registro da candidatura do empresário.
A medida foi tomada após pedido do Ministério Público Eleitoral (MPE). Entre os argumentos apresentados estão a situação de inelegibilidade de Marçal até 2032 e questionamentos sobre sua filiação partidária ao PRTB dentro do prazo previsto pela legislação eleitoral.
Marçal diz que vai manter presença na campanha
Apesar das restrições determinadas pela Justiça Eleitoral, o candidato afirma que pretende continuar participando do processo eleitoral e buscar alternativas para se comunicar diretamente com seus apoiadores.
A estratégia anunciada para o debate da Band é justamente uma dessas alternativas. Caso não consiga entrar na emissora, Marçal pretende permanecer nas proximidades e transmitir conteúdo pelas redes sociais.
A equipe jurídica do candidato informou que analisa a decisão do TSE e que espera que as medidas sejam revistas para que a candidatura possa seguir normalmente.
Candidatura ainda será analisada
A decisão que impede Marçal de participar dos debates não representa, neste momento, uma decisão definitiva sobre o registro de sua candidatura.
O TSE ainda deverá analisar o mérito do processo e decidir se o empresário poderá efetivamente disputar a Presidência da República em 2026.
Até lá, o caso deve continuar gerando embates jurídicos e políticos, especialmente diante da disposição de Marçal de manter sua campanha mesmo diante das restrições impostas pela Justiça Eleitoral.

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