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| Foto: Pixabay |
A economia da Argentina se contraiu 10% no ano passado, um dos piores desempenhos na história, como consequência dos drásticos efeitos da pandemia de Covid-19 que aprofundaram a recessão sofrida pelo país há três anos.
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Os dados do Estimador Mensal da Atividade Econômica, divulgados nesta quarta-feira (24) pelo Instituto Nacional de Estatística e Censos, confirmam que a Argentina registrou o pior ano econômico desde 2002, quando a economia se contraiu 10,9% pelos efeitos da crise no final de 2001.
O país havia iniciado 2020 em condições de grande debilidade, com um tecido produtivo já atingido pela recessão que começou em 2018, consumo em queda, forte instabilidade financeira e inflação elevada.
O governo de Alberto Fernández, que assumiu a presidência em dezembro de 2019, teve de adotar medidas severas de confinamento sanitário que implicaram na paralisação de boa parte das atividades econômicas em função da pandemia da Covid-19.
Em abril de 2020, foram registradas taxas anuais de queda da atividade (-25,4%) nunca vistas na história do país, nem mesmo no pior momento da crise de 2001 e 2002.
Agência EFE
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