![]() |
| Amisadai Andrade da Silva foi exonerado nesta quarta-feira (26) pelo Governo de Pernambuco - Reprodução/Redes sociais |
O Governo de Pernambuco exonerou um servidor citado em uma denúncia sobre uma suposta estrutura de ataques coordenados contra o candidato ao governo do Estado, João Campos (PSB).
A exoneração ocorre após o caso ganhar repercussão com reportagens que apontaram a existência de uma possível rede de perfis e páginas utilizada para divulgar conteúdos políticos nas redes sociais.
O episódio também motivou acusações de João Campos contra a gestão da governadora Raquel Lyra (PSD). O candidato afirmou que o governo estadual estaria por trás de uma suposta “milícia digital”. A governadora, por sua vez, nega as acusações.
Servidor foi citado em reportagem
O servidor exonerado foi mencionado nas reportagens relacionadas à suposta estrutura de ataques. A apuração busca esclarecer se ele teria alguma participação na administração ou coordenação de páginas utilizadas para divulgar conteúdos políticos contra adversários da atual gestão.
A saída do servidor do governo, no entanto, não comprova qualquer irregularidade ou participação em um esquema. A eventual responsabilidade individual ainda depende da apuração das autoridades.
Caso envolve investigação
A denúncia ganhou dimensão nacional após uma reportagem da TV Record apontar que a Polícia Federal investiga uma empresa por suspeitas relacionadas à divulgação de notícias falsas e contratos com o poder público.
O caso ocorre em meio à disputa eleitoral pelo Governo de Pernambuco e aumentou a tensão entre os grupos políticos de João Campos e Raquel Lyra.
A investigação deverá esclarecer se houve uma atuação coordenada nas redes sociais, quem estaria por trás das páginas citadas e se existiu utilização irregular de recursos públicos.
Até o momento, as acusações são objeto de investigação e as partes envolvidas apresentam versões diferentes sobre os fatos.

Postar um comentário